segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Capítulo 2 "Primeiro de muitos..."

Lembro-me que estava muito, muito nervoso no nosso primeiro encontro... Vem-me à memória uma mensagem que me mandaste no dia de manhã, dizias que estavas doente (não acreditei) e que o nosso café tinha de ser mudado para outro dia. Disseste que estavas atacada no nariz e a tua voz não era de todo bonita (sorriso!). Nesse primeiro encontro escolhemos um café simpático na nossa cidade para podermos conversar, fui eu e o teu irmão no meu carro e depois foi lá ter o meu amigo e um outro amigo, aquele que esteve connosco num espectáculo de música... Saíste do teu prédio, eu estava à porta, encostado ao meu carro. O teu irmão, com a calma "inervante" que lhe é característica cumprimentou-me, tu sorriste para mim e deste-me dois beijos. Fiquei nas núvens, devo dizer... Já não sentia o cheiro da tua pele há muito, e digo-te: Cheira mesmo bem! Devo dizer que apesar de ter facilidade na escrita e na arte das palavras no momento vi-me atrapalhado: que haveria de conversar contigo!? Mulher perfeita como eras (e és) não podia falar de futebol, lembrei-me várias vezes em casa: não posso dizer asneiras, não posso agir assim ou assado! Que stress! (Sorriso!) Mas lá falámos sobre música, o tempo em que nos cruzámos na escola mas que já não nos lembrávamos, dos amigos em comum, e claro: o ponto principal que nos juntaria pouco tempo depois: o PALCO! Foi uma noite agradável... Temos que repetir! Foi o que eu disse quando te deixei em casa.

Lembro-me que nessa noite me enviaste uma mensagem a agradecer pela companhia e a dizer que tínhamos mesmo de repetir tal gesto: o café depois do jantar ao final de semana. Concordei, aliás, assinei de cruz com o que disseste. Lembro-me também que foi nesse dia que um amigo meu que lá tinha estado presente me mandou uma mensagem a dizer: Ela é um achado! Linda!

Como vês, AnJo, não sou só eu a ter essa opinião de ti!

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